quinta-feira, 22 de julho de 2010

Esta rapaziada despacha-se a gosto no palco

No passado dia 12 de Julho tivemos o imenso privilégio de conseguir juntar num mesmo palco, os Trabalhadores, as Vozes da Rádio e essa lenda viva da CULTURA POPULAR portuguesa que é o Conjunto António Mafra. Nem de longe nem de perto fomos originais, pois a ideia já tinha sido posta em prática no Forum da Maia, há pouco mais de um ano, na sequência da edição do disco das VdaR, Sete & Pico, num concerto entre cujos participantes eu me encontrei. Existe, aliás, um DVD com a gravação integral do espectáculo, que recomendo vivamente a quem gosta da música do CAM e/ou das VdaR. Só que desta vez, a localização do palco e a importância das festas em que se inseria o espectáculo, conferiram-lhe uma maior dimensão, com uns milhares largos de espectadores na alameda junto às Pirâmides, e um cheiro a sardinha e frango assados irresistível. Um especial agradecimento ao Victor Dias da Câmara da Maia, pelo empenho que pôs em que este acontecimento fosse o êxito que foi, e outro para todos os que colaboraram: Diana Basto, Marta Ren, Daniela Costa, João "Pony" Ricardo, Vozes da Radio e Conjunto António Mafra.
Deixo-vos o link ao Post encontrado no Blog das Vozes e algum outro video que, entretanto encontrámos na rede.

DE MANHÁ EU BOU Ó POM
TAQUETINHO OU LEBAS NU FUCINHU
CHAMEM A PULÍSSIA

Vemo-nos no Sabugal, dentro de uns dias

domingo, 27 de junho de 2010

Trinta Anos de Trabalhos na Casa da Música

0:20m. O público aguardava a hora do concerto.

Hoje 27 de Junho, no relaxe do Domingo, cabe fazer o rescaldo de uma semana (ou algo mais) intensa. Intensa de trabalho, de emoções, de logros e, acima de tudo de saudável convivência. Brilhava-lhe na cara do Medicis, a satisfação, na manhã de quinta, quando o deixei no aeroporto. Também se lhe via uma espécie de derme triste, por não poder ficar mais um par de dias e ir com o resto da maralha à FNAC do Mar Shopping. Mas como já vai voltar em menos de 2 semanas para mais concertos, digamos que passa rápido.
Foram ensaios intensos e de muito trabalho de preparação, entrecortados por outros trabalhos de promoção e encenação da intro, que adivinhávamos iria ter um forte impacto.
E nem imaginávamos que íamos poder contar com a luxuosa participação do Carlo Torlontano um músico italiano cujo palmarés é de estarrecer, e que se contagiou a tal ponto do espírito Trabalhador, que fez questão de se deslocar ao nosso local de ensaio, onde a trompa alpina quase não cabia (nem soava), para preparar connosco essa “Overture” do Hino à Desanexassom. Esta pequena 'sinfonía' – é tempo de chamar as coisas pelo nome – teve o início que realmente merece e vai tê-lo na versão discográfica também, cortesia que muito nos honra, do Carlo, que se comprometeu a gravá-la em Itália.
No CD só não vamos poder ter a “presença” de D. Sebastião, que muito terá ajudado a entender a nossa interpretação da estória que nos conta a História, mas essa estará lá para que todos possam analizar e opinar, que se agradece.
A Casa da Música, por sugestão do nosso grande amigo Carlos Feixa, deu-nos e teve a oportunidade de oferecer ao público da cidade, um espectáculo de música e estórias, todas elas fortemente enraizadas na nossa realidade cultural e que dificilmente poderemos repetir, justamente na noite mais emblemática, tradicional e emocionante que, cada ano, se vive em todos e cada canto do Porto: a noite de S. João, que assinala a entrada do verão.
E não foram poucos os artistas da fotografia que quiseram deixar testemunho de tão grande noite. O Alberto Almeida,























o Manuel Peixoto,



ou o Manel dos Verdes Campos


criaram uma larga colecção de instantâneos que dão uma ideia do que se pôde ali ver.
Momentos de grande esforço


de insuspeito patriotismo

de genuina devoção


Enfim, toda uma performance com Rei e Roque



FNAC Mar Shopping no dia 25
Já na sexta, com uma formação algo reduzida, fizemos o que decidimos chamar de “concerto complementar” à apresentação dos novos temas do álbum “30 anus de trabailhus isfursadus” – a sair em Outubro deste ano – na FNAC do Mar Shopping em Leça. Com uma surpreendente enchente, apresentámos pela primeira vez ao vivo o tema “Dálhe cordò cúcu”, interpretado pela voz quente da Daniela

e pela primeira vez na versão final do disco, de “A cançom qu'iu abô minsinoue” com essa teatral interpretação da Marta 'Miranda' e a guitarra portuguesa do Pony.

Aqui ficam algumas imgens do evento, gravadas pelas mãos firmes do Carlos Teixeira e também da Ni, que sempre diz que não grava, mas depois não resiste.
Entretanto, para quem tiver interesse, queremos deixar a mensagem que um CD (extra) com 4 temas do novo álbum e 4 videos, ficou disponível desde o dia 23. É uma edição de coleccionador, de 500 cópias e não terá repetição. Tem o título genérico de Gladiador. Em breve se poderá pedir através da página www.trabalhadoresdocomercio.com ou do nosso e-mail trabalhadores@gmail.com, ou ainda através do Facebook

sábado, 19 de junho de 2010

Saramago descansa!

Morreu Saramago e com ele uma parte deste Portugal que há séculos se debate entre a vida e a morte, entre o ser e o parecer. Com ele morreu uma parte da Ibéria, ou da Hispánia se preferirem. Sem ele, hoje, o mundo está mais pobre.
Saramago amava a sua terra, o país onde nasceu e acreditava que o mundo podia ser melhor, mesmo quando os que agora se apressam a improvisar solenidades e funerais de estado, lhe voltaram as costas e desautorizaram a escrita. Saramago amava profundamente a sua língua, que era, no fundo e verdadeiramente, a sua pátria. O homem que fez mais pelo reconhecimento universal da língua Portuguesa do que Camões e Pessoa juntos (perdoem-me a heresia os que pensam que o é) teve que exilar-se, qual Gladiador, em Lanzarote e, desde aí, continuar a fazer-nos chegar o seu pensamento.
Humildemente queremos deixar aqui a nossa homenagem, mais que ao escritor e prémio Nobel, ao homem, ao pensamento, ao carácter.
Saramago, descansa!

">

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O ministro e a polémica


Ministro da ciência, Mariano Gago, diz: "pirataria é fonte de progresso"
Miguel Guedes, líder dos Blind Zero e Director da Cooperativa de Gestores dos Direitos dos Artistas, já apelidou as declarações do ministro de "gravíssimas".
Mariano Gago, actual Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, disse numa conferência em Madrid que a pirataria não deve ser vista como "inimigo" pela indústria cultural porque "foi uma fonte de progresso e globalização", avançou a agência Europa Press.

O ministro português acrescentou ainda que o valor de um produto cultural, de uma banda ou artista pop por exemplo, "aumenta" com uma difusão mais alargada que é proporcionada pela partilha de ficheiros na internet: "Hoje em dia um grupo pode adquirir uma notoriedade impensável graças à rede, que pode ser rentabilizada em concertos e, por que não, no aumento de vendas de discos graças à sua popularidade".

Quanto ao que o governo português está a fazer relativamente à pirataria, Gago explicou que está a ser estudada uma forma de regular os downloads ilegais, "procurando ser sensível". O ministro remata: "A Internet é uma quesão de alargar liberdades, não de as restringir".

As reacções não se fizeram esperar e Miguel Guedes, vocalista dos Blind Zero e Director da Cooperativa de Gestores dos Direitos dos Artistas, disse à Antena 1 que as declarações de Mariano Gago são de "absoluta irresponsabilidade, gravíssimas e mostram que o professor Mariano Gago percebe muito pouco disto", acrescentando também que o ministro mostra "um enorme desrespeito pela actividade de quem trabalha".

Foto de: Ana Baião/Expresso


A minha opinião
Não nutro a mais pequena simpatia pelo governo de Sócrates, nem por ele nem por nenhum dos seus ministros. Não é nada de pessoal, mas a arrogância a que invariavelmente deitam mão, nas suas declarações públicas, deixa-me no mínimo perplexo e a pensar, se algum dia não voará um sapato na direcção de algum deles, tal como lhe ocorreu a Bush. E até talvez com mais esmerada pontaria. Digo isto para evitar más interpretações, já que, no caso presente, tenho que reconhecer que o ministro Gago, não teve papas na língua e, abertamente, não só declarou o que lhe ia na alma (até os ministros a têm) como demonstrou um conhecimento bem mais profundo, do que pode parecer à primeira vista, sobre a realidade que nos cerca.
Meus senhores, a Internet está aí com os seus pontos positivos e negativos, mas nunca a informação esteve tão à mão de semear. “E a desinformação também” dirão alguns. Sim, só que antes, combater e desmentir a desinformação, era tarefa pouco menos que impossível, arriscada quase sempre, letal não poucas vezes.
É indesmentível que a Rede é um veículo promocional incomparável e incontornável, já seja na sua versão Myspace, Facebook, Hi5 ou Twitter, para mencionar os mais popularmente divulgados, ou simplesmente na forma dos milhões de blogs e páginas web circulando global e livremente. É inegável que qualquer forma de arte que utilize o audio ou a imagem estática ou em movimento como expressão, pode ser divulgada com uma rapidez e amplitude, impensáveis há 20 anos atrás. Por estas mesmas razões não é difícil entender a preocupação de todos os intermediários responsáveis pela difusão e “protecção” de obras de criadores nas varias áreas da cultura e do entretenimento, quando vêm que o negócio se lhes escapa.
Como alguns escreveram em comentários e com acerto, que percentagem, do custo de um CD, por exemplo, reverte realmente para o criador/executante da obra em questão? A que se deve o preço exorbitante de um CD, no mercado, quando nos dias que correm (e já há vários anos) as editoras deixaram em mãos dos artistas a produção com os respectivos custos, de todo o processo de gravação? E quando começaram, a pirataria aferia-se ainda por cifras anedóticas.
Além disso, e para quem não sabe, a fabricação de 1000 Cds, com direitos de autor e capa simples incluídos custa ao produtor pouco mais de 600€, o que significa um custo de 60 cêntimos por unidade. E esta quantia diminui conforme vai aumentando a quantidade de Cds fabricados para um mesmo título.
Digo-o com toda a tranquilidade, pois sou músico e criador de mais de 100 temas registados na SPA, e cobro direitos dos quais não abdico sempre que se vendem discos meus ou quando alguma entidade quer utilizar as minhas criações para fins comerciais. Não apoio a pirataría nem nenhuma actividade delitiva, mas encontro mais depressa atenuantes para um sem abrigo que rouba uma maçã para matar a fome, que para um gestor da banca que vendeu productos financeiros tóxicos. E com isto espero deixar clara a minha linha de pensamento.
Como muitos outros músicos, eu e os restantes Trabalhadores levamos anos (desde 2006) disponibilizando gratuitamente na Rede a nossa música, ao mesmo tempo que tentamos entregar outras mais valias às obras que produzimos para venda, já seja pela apresentação gráfica do CD ou fazendo-o acompanhar de um outro CD que se inclui no preço habitual, tudo isto para que valha a pena o investimento a quem compra, caso queira genuinamente possuir uma obra nossa. Lutar contra a Rede e a distribuição não autorizada é gastar tempo e energia. O “Monstro” foi criado e nós fomo-lo alimentando como mais nos conveio.
Por outro lado, pôr "grades" na Rede, como tenta fazer o governo Chinês e já se sente no hálito de alguns dirigentes europeus é “perder tempo e feitio” e, desde logo, renegar dos princípios mais básicos do seu criador. E o ministro sabe que é assim e por isso o disse, talvez sem pensar. Depois pensou e desmentiu e aí “cagou o postal” e voltou a ser o que se espera dele: bem mandado, politicamente correcto, para agradar aos lobbies e à cúpula de crápulas que vive à nossa custa (esses sim os verdadeiros piratas) desde o poleiro de Bruxelas. A mim, um tipo que descarrega O Voto Útil da net e depois nos vai ver no Porto Sounds, para ver se é verdade que somos assim, não nos rouba, dá-nos apoio e faz-nos seguir em frente. Quem me rouba é a multinacional que utiliza e deturpa uma obra minha e a inclui sem autorização num Cd de Karaoke, de gosto duvidoso, com o computador que “deu a volta ao mundo” - e isto não é ficção. E é aqui quando conto com a protecção da SPA da qual me gratifico por ser sócio e cooperador. Quem me rouba(ría) é a editorial, que nunca aceitei ter, ou a discográfica que além de me discutir um miserável adiantamento de royalties, com um álbum pronto na mesa (capas, estúdio, masterização etc) ainda se atreve a exigir-me a comissão dos espectáculos efectuados durante a vigência do contrato. Valha-nos a Rede. Antes ser roubado pelo povo que não pode pagar nem as batatas – quanto mais o CD – do que pelos que só aspiram a aumentar os benefícios de accionistas que provavelmente nem ouvem música, e a manter os seus postos de gestores, pagos por cifras difíceis de alcançar para a imensa maioria dos músicos portugueses. Alguns haverá que discordem, até porque lhes toca e lhes vai ao bolso. Pois aproveitem que não dura sempre.

Sérgio Castro

domingo, 4 de abril de 2010

Que Páscoa a de 2010!

Desde que tenho posse de razão, há cerca de 5 décadas, que me habituei ao bombardeio ideológico-religioso que nos proibia primeiro, para mais tarde desaconselhar (até à Igreja foi chegando o progresso, ainda que com vagar e algum recato) os “excessos” durante as celebrações da Páscoa. Comer carne era pecado, principalmente se fosse viva e a música e o divertimento eram vistos com estupor pela maioria dos católicos mais fundamentalistas. Dessa forma cresci e me acostumei às sempre desejadas Férias da Páscoa, que nem sempre traziam a tão ansiada paz ao seio familiar, principalmente quando as notas do período não coincidiam com as expectativas dos tutores.
Vi compassos e recordo representações bíblicas que pretendiam exaltar a paixão que os fiéis punham (e ainda põem) nesses actos religiosos, que se multiplicavam pela geografia nacional e preenchiam as manhãs o os telejornais da televisão.
Porém, durante a tarde, a RTP 'brindáva-nos' com filmes bíblicos que contribuiriam, ainda mais, para não deixar esmorecer a mensagem. Quem não se lembra de Ben-Hur, A Queda do Império Romano, Os Dez Mandamentos ou a Bíblia, para só citar uns quantos. Acho que os vi todos e, seguramente, mais que uma vez e sem nenhum critério.
Talvez por isso, anos passados, senti ontem, na Sexta Feira, dita santa, uma inexplicável necessidade de voltar a experimentar algo semelhante. Seria que os meus recém cumpridos 55 anos, me estavam a passar a rasteira do saudosismo pela juventude longínqua?
Corri para o vídeo clube mais próximo e só descansei quando aconcheguei, debaixo do braço, uma cópia de “A Vida de Brian”. Que Páscoa a de 2010!...

terça-feira, 9 de março de 2010

Bem aí outra bez o carro de bôis!



O governo “sushi à lista” acaba de “desvendar”, com a pompa e circunstancia que o evento merece, o pacote de medidas anti-crise que traz incluída a solução para os problemas de todos os portugueses (?!?).
Não sei se por obra da atrás citada ou se porque os senhores deputados são mesmo assim, as imagens transmitidas pelas televisões das reuniões que mantiveram os representantes dos partidos com assento (pouco gasto) e o PM, acompanhado pelo nosso conterrâneo Teixeira dos Santos, mostravam um formalismo e uma falta de calor humano, que não presagiam nada de bom. Eu sei que esta gente quando se encontra nem sequer recorda o nome da cada um (técnica básica para qualquer vendedor de enciclopédias), nem falta lhes faz, já que, invariavelmente todos hão-de ser doutores ou engenheiros e assim se irão tratar, convencidos que isso lhes traz alguma vantagem sobre os restantes interlocutores. Não sugiro que se abracem efusivamente, mas uma cisca de humor não faz mal a ninguém e até podería, eventualmente, ajudar a resolver problemas do trato intestinal de que alguns, pela cara que põem, seguramente sofrem.

UMA VEZ MAIS ESTÃO A IR-NOS AO PACOTE
Mas no fundo, o que nos deve preocupar é esta súbita viragem no rumo da governação, pois onde disse “digo” agora digo “diego” e lá nos vão ao pacote uma vez mais. Refiro-me, obviamente, ao pacote de medidas, aparentemente tão fundamentalmente necessárias para aumentar a “falta de desemprego” – um conceito novo ao que devemos habituar-nos – e que nos tinha dado momentaneamente essa alegria de ver a distância temporal entre Porto e Vigo (e Coruña) diminuida. Creio que em alguma ocasião, sem afano de dar razão à oposição, eu tinha estado de acordo que um TGV para a linha Porto-Lisboa era um despesismo redundante nestes tempos, da mesma forma que o equivalente entre o Porto e a grande urbe galega era uma necessidade e uma obrigação moral para com as gentes desta grande região europea a norte e a sul do rio Minho, para cúmulo corroborada pelo governo autónomo galego e até já acordada e agendada pelos executivos centrais de ambos países. Outro galo canta já quando se fala em TGV, pois uma distância de 140km, num país de parca economia, faz-se com a rapidez adequada num talgo pendular, tal como se tem feito, até à data, o percurso Lisboa-Porto. Mas apesar de tudo isto e das fundadas críticas de varios “alcaides” e dirigentes nortenhos, Madrid-Lisboa vai poder fazer-se em TGV a partir da data prevista, enquanto que os demais projectos se suspendem temporariamente por falta de verba.
Tentando aproveitar o mote, poder-se-ía dizer que o país anda a duas velocidades ou, como há quem prefira, que existe dualidade de critérios. A mim parece-me que, postos a “ajustar o cinto” se acabam de desobrir duas formas de o fazer: ou abrir mais um furo na direcção da fivela e apertar, ou meter mais para a blusa e aumentar o volume à já farta barriga.

terça-feira, 2 de março de 2010

O ÁLBUM dos 30 anos dos Trabalhadores do Comercio - Parte II

A esta hora, aqui no Minho Norte, é quase amanhã. Por isso, e como prometido, aqui vão mais umas imagens (com movimento e som) do que se passou nos Boom Studios durante as sessões de gravação do novo trabalho dos Trabalhadores (que pleonasmo mais redundante. Ooops, outro?!)
Entretanto, cortesia do Alberto Almeida (e da Marta Ren, acabo de ver) têm aparecido no Facebook, fotos do mesmo evento que durou 5 dias 5, lá para os lados de Canelas.
Eu sei que alguns já estavam a delirar de impaciência, mas o tempo não chega para tudo.
Aqui podeis ver desde o "maestro" Medicis ajudando o Azevedo a meter a bateria num tema acabado de "alinhavar" com o sequenciador "Banda de Garagem", até a uma velada na "Casa da Mariquinhas" em que o Pony brilha com a sua flamante guitarra portuguesa (concerteza). Como soa esse instrumento! Durmam bem e depressinha...