quinta-feira, 27 de março de 2008
U meiquingof
Assim foi. Um dia inteiro de filmagens. Com o Luis, um incrível actor, o realizador Pedro Claudio e o director de fotografia Rui Poças, ambos da Krypton, todo o staff da mesma, o pessoal do guarda roupa, do catering, os criativos da Euro RSCG, os directores do Montepio, dezenas de figurantes, os polícias que mantinham a rua controlada e, claro, os Trabalhadores do Comercio. Uma experiência inesquecível e muito à nossa maneira. Todos se divertiram como se pode ver na imensa maioria das caras...
o Resultado final foi este:
ou apenas este mais comprimido:
Etiquetas:
auto,
chamem a policia,
making of,
Montepio,
Trabalhadores
O TOP+ acompanhou-nos na romagem à estátua do Marquês
Apesar da chuva copiosa que caía naquela tarde de Segunda-feira, e que comprova que os santos estão de costas voltadas para nós, não podíamos deixar de prestar a nossa homenagem ao homem que criou a ideia dessa Praça, que baptizaram de Do Comércio. Com este apelido comúm, era fundamental investigarmos nas profundezas da nossa paternidade e, quem sabe, chegar a concluir que nas nossas mais remotas origens correm ventos alfacinhas. Todo um cisma existencial, que podería abalar os cimentos fundacionais desta banda.
segunda-feira, 24 de março de 2008
No Plano B foi assim
No Sábado foi assim que terminou no Plano B. Havia muita gente, à qual queremos agradecer especialmente, mas estamos convencidos que não sairam defraudados (se assim não foi, podem usar estas páginas para dizer o que pensam, pois os comentários são livres). Na sala não cabia mais ninguém e já lemos alguns comentários (Teresa Paiva no nosso Myspace, por exemplo) afirmando que se tratou de uma das maiores enchentes na sala de concertos. Por tudo isso temos que estar obviamente satisfeitos. Resta-nos agradecer ao pessoal da casa, que nos tratou de forma impecávelmente profissional e enorme simpatia. É uma sala que vivamente recomendamos a todos: os que tocam, pintam ou fazem teatro, ou os que gostam de apreciar arte nas suas diversas vertentes ou, simplesmente os que querem comer uma empada de galinha e tomar um café ao som de boa música. Gente séria.
fotos do nosso amigo Daniel Tercio
terça-feira, 18 de março de 2008
Da Praça do Comércio ao Plano B
Para quem lá não esteve, mas teve pena, aqui está o final do "concerto" da "nossa" Praça do Comércio com o "Cú ó léu".
Uma hora antes percorríamos a baixa Pombalina em cima de um camião resvaladiço e debaixo de chuva. A RTP transmitiu em directo e o TOP+ fez uma reportagem (depois publicaremos ambas).
Mas no fundo, tudo isto, mais o povo que se assomou às janelas ou às portas das lojas, a cantar o "Chamem a Polícia" foi o que tornou a experiência única.
Se quiserem ver mais terão que ir à Destak TV
Para que a sensação seja mais autêntica, a melhor opção é mesmo ir ao PLANO B no próximo SÁBADO dia 22, a partir da MEIA-NOITE.
Os Trabalhadores vão lá estar e com eles as flamantes vocalistas Diana Basto e Marta Ren.
Uma hora antes percorríamos a baixa Pombalina em cima de um camião resvaladiço e debaixo de chuva. A RTP transmitiu em directo e o TOP+ fez uma reportagem (depois publicaremos ambas).
Mas no fundo, tudo isto, mais o povo que se assomou às janelas ou às portas das lojas, a cantar o "Chamem a Polícia" foi o que tornou a experiência única.
Se quiserem ver mais terão que ir à Destak TV
Para que a sensação seja mais autêntica, a melhor opção é mesmo ir ao PLANO B no próximo SÁBADO dia 22, a partir da MEIA-NOITE.
Os Trabalhadores vão lá estar e com eles as flamantes vocalistas Diana Basto e Marta Ren.
Etiquetas:
Comercio,
concerto,
Plano B,
Trabalhadores,
vivo
segunda-feira, 3 de março de 2008
Todos à Praça do Comércio dia 10 de Março
Trabalhadores à Praça do Comércio
no dia 10 de Março.
Porquê?

Porque os Trabalhadores do Comércio vão estar na Praça do dito.
Às 18,30. Será a grande apresentação do álbum Iblussom à cidade que, esperamos, acorra em peso, para ver e ouvir temas de agora e de sempre num concerto GRATUITO oferecido pelos Trabalhadores, nessa praça emblemática da arquitectura Pombalina.

Temas do mais recente álbum IBLUSSOM irão alternando com as canções intemporais e atemporais que compõem o nosso valioso espólio.
Sabemos que fica mal dizê-lo, mas para algo tem que servir o estatuto de ser avô. É assim ou não é companheiro Azevedo?
Por isso na Segunda-feira dia 10, às 6 e meia da tarde os Trabalhadores vão lá estar e os trabalhadores não vão faltar.
Até segunda
Trabs
no dia 10 de Março.
Porquê?

Porque os Trabalhadores do Comércio vão estar na Praça do dito.
Às 18,30. Será a grande apresentação do álbum Iblussom à cidade que, esperamos, acorra em peso, para ver e ouvir temas de agora e de sempre num concerto GRATUITO oferecido pelos Trabalhadores, nessa praça emblemática da arquitectura Pombalina.

Temas do mais recente álbum IBLUSSOM irão alternando com as canções intemporais e atemporais que compõem o nosso valioso espólio.
Sabemos que fica mal dizê-lo, mas para algo tem que servir o estatuto de ser avô. É assim ou não é companheiro Azevedo?
Por isso na Segunda-feira dia 10, às 6 e meia da tarde os Trabalhadores vão lá estar e os trabalhadores não vão faltar.
Até segunda
Trabs
domingo, 24 de fevereiro de 2008
É urgente um acordo ortográfico. A foto não deixa lugar a dúvidas...
Já não há volta atrás. O acordo ortográfico está aí e, com ele, a abulição de uns quantos costumes, outrora fonemas, agora considerados supérfluos.
Parece que o peso da raiz latina, que ainda transparece no Português (de Portugal), já não é relevante nem suficiente para manter o P que abre o A de Baptista, ou o C que garante a abertura da vogal E em direcção.
Aos governantes não lhes fará grande diferença, pois seguramente a alguns lhes soará melhor Bätista (como em bätota).
Pois muito bem. Se assim vai ser, porque não aproveitar a "embalagem" e tratar já de acabar com a "chatice" que é o H. Á anos que estou farto dele... E ninguém já lê o AGÁ. Se o problema for o CH, não é coisa que um bom X não resolva. Para o LH têm os Espanhóis a solução perfeita, que podemos fàcilmente, e sem vergonha, adaptar. Não é por isso que correremos riscos de perda de identidade. É muito pior o "software", o "spread", o "know-how" ou o "timing" e um larguíssimo etc... E o mesmo se aplica ao NH, o seja NN, onde demonstraríamos, à partida, a nossa absoluta originalidade, em vez de usar esse "chapéu" irritante que é o TIL, um nefasto invento ibérico, que é justamente um N encavalitado noutra letra do alfabeto.
É que enquanto aos nossos vizinhos só lhes deu o til um pequeno problema com a rede das redes, a nós criou-nos os mais variados inconvenientes: primeiro deu origem ao que classificamos como ditongos nasais, coisas por si só um pouco asquerosas, já que costumam fazer-se acompanhar de sons mucosos desagradáveis; em segundo lugar trousse (nunca entendi o papel do X neste vocábulo) vícios de rima absolutamente lamentáveis. Terminar versos com "coração", "mão", "emoção", "canção", "adoração", "amarão" ou até com "bão" (já ouvi isto num "poema" brasileiro) são realmente lugares comuns do nosso cancioneiro Pop(ular).
E já postos a modificar, podíamos dar-lhe o golpe de misericórdia à CEDILLA. Tem fácil solussom.
Após fexar esta primeira parte do processo, deveriam os ilustres responsáveis meditar detalladamente sobre uns quantos outros carateres ou sinais que, por demais incómodos, só servem para ocupar espasso na gramática e, por conseguinte, no nosso cérebro. Que caiam o acento circunflexo, o ífen e o acento grave que confunde.
Em resumo, creio que temos mais a ganhar em chegar a acordo ortográfico com os vizinhos do lado, que com aqueles que, á séculos, abandonaram a "terra mater" á sua sorte, justificandoo com a atlántica distáncia.
Sobre o V, se nos pomos a dissertar, num bai aber sebenta suficiente. Mas seguramente ebitaríamos que alguém, ainda que gozando de "voa" saúde, "vorrasse" o calsado com "vosta" de "voi" numa escapada ao campo num solleiro Domingo de Primabera. Quase me atrebería a falar da terceira língua oficial. Mas fica prá próssima...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Antes tarde...

PÔBU DU PORTO, TRIPEIRUS, AUTÊNTICUS PURTUENSES OU PARA QUEM RECUNHECE U PATRIMÓNIU CUMU SÊNDU ESSÊNCIAL PRÁ IDÊNTIDADE DUMA CIDADE E DA RESPETIBA NASSOM: ASSINEM A PETISSOM PRA IBITAR A TRANSFURMASSOM DU MERCADU DU BULHOM EM MAIS UM BANAL XOPINGUE!
Incôntrasse acessíbel prássinatura, nus seguintes lucais:
Incôntrasse acessíbel prássinatura, nus seguintes lucais:
Em tôdas as loijas i bancas dus Cumerciantes du Mercadu du Bulhom ou
Mas num deixem de ler tôdà infurmassom dispuníbel em: http://www.manifestobolhao.blogspot.com/
Subscrever:
Mensagens (Atom)