Does Humour belong in Music?
SIIIIIIIMMM!!!!
Nós, pelo menos, estamos totalmente convencidos.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
The day after
O dia aquí está cinzento e, provavelmente também me parecerá cinzento no resto do continente. A Europa já falou e a mensagem é inequívoca: uma imensa maioria não está interessada. Ignorância? Descontentamento? É, sem dúvida, razão para reflexão.
Da minoria que escolheu exercer o seu direito de voto, em vez de passar um dia mais passeando-se pelas grandes áreas comerciais, só se pode concluir que a maior parte (pelo menos nalguns países) tem claramente assumida a sua aposta na direita mais conservadora em vez da direita mais liberal. É que o bloco central Europeu, onde se coze este exercício do “agora tu e depois eu” tem, já faz tempo, o controlo dos destinos da comunidade e, aparentemente, com esta vitória irá reforçá-lo, com o consequente cheque em branco ao Partido Popular dominante para legislar sobre a internet e outras “ameaças” ao sistema democrático (deles).
Para isto tem contribuido a notável consonância dos actuais partidos ditos socialistas – muitos deles no poder – com os partidos da direita mais conservadora, em matéria económica e social, ainda que, teoricamente, os seus respectivos programas manifestem o contrário. O constante “namoro” dos partidos da “esquerda moderada” aos agentes económicos dominantes e especuladores – bancos, indústrias farmaceutica e petrolífera, etc – e a indiferença que parecem demonstrar face à forma impune como a corrupção se instala nos aparelhos de estado, enquanto os povos empobrecem, coloca-os no mesmo patamar onde se instala a concorrência, mas com a desvantagem de serem menos experientes na “matéria”.
Por mais que a cirurgia estética avance e a “manada” estratifique a sua apatia, ao lobo com pele de cordeiro sempre se lhe nota o “cheiro”.
Bastava com que os cerca de 57% que ficaram em casa, também tivessem exercido o seu direito, em consciência, com alguma frase do tipo: Europa SIM, mas assim NÃO. E isso ter-lhes-ía tirado o sono aos 785 indivíduos, a quem pagamos inexoravelmente um soldo (com ajudas de custo ao quilómetro percorrido), com o qual muitos não podemos sequer sonhar. E possivelmente os seus patrões inventariam mais uma CRISE, mas não há crises nem gripes para as que, a seu devido tempo, não lhe encontrem UMA solução.
Entretanto aquí em Espanha, os diferentes partidos fazem as mais variadas e interessadas análises aos seus resultados e aos dos outros. Mas até isto já está gasto.
Quando um lider político afirma ter o apoio de uma ampla maioria da sociedade, baseado em algo menos que 23% do eleitorado, algo não quadra nos números. É que 42% dos votos, após uma abstenção de 46% dão exactamente esse resultado. E se é inegável que o seu partido ganhou as eleições (parabéns a você), os números também não têm discussão. Outra coisa é o método aplicado, mas isso também o inventaram os do costume.
Este foi o meu voto desde Vigo:

O Voto Inútil?
Outros optaram por:
O Voto útil
Da minoria que escolheu exercer o seu direito de voto, em vez de passar um dia mais passeando-se pelas grandes áreas comerciais, só se pode concluir que a maior parte (pelo menos nalguns países) tem claramente assumida a sua aposta na direita mais conservadora em vez da direita mais liberal. É que o bloco central Europeu, onde se coze este exercício do “agora tu e depois eu” tem, já faz tempo, o controlo dos destinos da comunidade e, aparentemente, com esta vitória irá reforçá-lo, com o consequente cheque em branco ao Partido Popular dominante para legislar sobre a internet e outras “ameaças” ao sistema democrático (deles).
Para isto tem contribuido a notável consonância dos actuais partidos ditos socialistas – muitos deles no poder – com os partidos da direita mais conservadora, em matéria económica e social, ainda que, teoricamente, os seus respectivos programas manifestem o contrário. O constante “namoro” dos partidos da “esquerda moderada” aos agentes económicos dominantes e especuladores – bancos, indústrias farmaceutica e petrolífera, etc – e a indiferença que parecem demonstrar face à forma impune como a corrupção se instala nos aparelhos de estado, enquanto os povos empobrecem, coloca-os no mesmo patamar onde se instala a concorrência, mas com a desvantagem de serem menos experientes na “matéria”.
Por mais que a cirurgia estética avance e a “manada” estratifique a sua apatia, ao lobo com pele de cordeiro sempre se lhe nota o “cheiro”.
Bastava com que os cerca de 57% que ficaram em casa, também tivessem exercido o seu direito, em consciência, com alguma frase do tipo: Europa SIM, mas assim NÃO. E isso ter-lhes-ía tirado o sono aos 785 indivíduos, a quem pagamos inexoravelmente um soldo (com ajudas de custo ao quilómetro percorrido), com o qual muitos não podemos sequer sonhar. E possivelmente os seus patrões inventariam mais uma CRISE, mas não há crises nem gripes para as que, a seu devido tempo, não lhe encontrem UMA solução.
Entretanto aquí em Espanha, os diferentes partidos fazem as mais variadas e interessadas análises aos seus resultados e aos dos outros. Mas até isto já está gasto.
Quando um lider político afirma ter o apoio de uma ampla maioria da sociedade, baseado em algo menos que 23% do eleitorado, algo não quadra nos números. É que 42% dos votos, após uma abstenção de 46% dão exactamente esse resultado. E se é inegável que o seu partido ganhou as eleições (parabéns a você), os números também não têm discussão. Outra coisa é o método aplicado, mas isso também o inventaram os do costume.
Este foi o meu voto desde Vigo:

O Voto Inútil?
Outros optaram por:
O Voto útil
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Portugal sêmpre nu Curassom

Trabalhadores DE Comercio? Colo DE Pito? Será o Acordo Ortográfico já a fazer das suas?
Hoje o dia foi realmente diferente. E não exactamente porque tivéssemos chegado a Lisboa a tempo de comer "Leitão à Bairrada", o que, em si mesmo, já poderia ser considerado uma autêntica aberração. É que, já durante a viagem, nos propuseram "interpretar" 3 temas 3 em vez de dois. Por momentos pensávamos que, uma vez mais, aquela "ideia original" de Trabalhadores do Comercio=Chamem a Polícia lhe tinha ocorrido a alguém, mas, no fim de contas era genuinamente a necessidade de preencher programa, pela falta de outro "artista".
Estivemos de acordo em que o "Bares citadinos" era o tema do Iblussom, que mais poderia adequar-se a um programa como o Portugal no Coração.
Chegados à RTP encontrámos a primeira grande surpresa do dia: Alguém, na sua bem intencionada preocupação de não chocar o pagode presente, e pensando que a canção "No Colo do Douro" se chamava "No Colo do Pito" (e podia muito bem ter sido tal) se apressou a cognominá-la de "No Colo do Útero", forma com a que aparecia no alinhamento. Brilhante! Tê-lo-emos em conta e talvez se possa usar como música de fundo nalguma campanha de prevenção
De seguida, a grande surpresa da tarde viria já em forma de total descalabro cénico, quando em plena actuação, o playback do João acontecia sobre a minha voz, pois se tinha trocado intencionalmente a versão original de "Bares citadinos" pela versão "dos tios" que aparece no fim do disco 1 do álbum IBLUSSOM. Tão inesperado como hilariante, ao ponto de que não pudemos conter a surpresa nem a gargalhada. Menos mal que era "playback". A justificação? É que a versão original tinha "PALAVRÕES" no início (?!?).
À volta parámos em Aveiro e por entre umas excelentes sardinhas assadas e umas espetadas de tamboril e gambas no Mercantel, ainda deu para sublimar algo com a segunda parte do Barça-Manchester United, que deixa bem claro que quem manda em casa do vizinho, não são os da capital. A história repete-se.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
A óptica do Porto Canal sobre o Dia dos Trabalhadores
Como outras estações de televisão, o Porto Canal também esteve presente na apresentação, em ante-estreia, do que será o novo álbum dos Trabalhadores do Comercio. E o Pedro fez uma Grande Repurtaige desde a porta do B-Flat até ao palco do mesmo, decorado com essa vista incrível do porto de Lerixões e dos barcos que nele fundeam.
sábado, 23 de maio de 2009
A TVI com os Trabalhadores
Esta foi a reportagem da TVI, uma das cadeias de televisão presentes no evento do dia 1 de Maio passado, no B-Flat Jazz Club, durante a apresentação do primeiro single do novo Álbum dos Trabalhadores.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Para que vejam que realmente aconteceu!
É inegável que o síndroma da televisão existe: ou seja se na TV disse é porque é verdade. Por isso aqui fica uma das provas que não nos deixam mentir. abrassu Serjom
2ª parte do Jornal da Tarde de 2009-05-01 - Jornal da Tarde
2ª parte do Jornal da Tarde de 2009-05-01 - Jornal da Tarde
O dia 2 de Maio, foi outro Grande Dia Grande.
Pois no dia 2 de Maio, ainda mal refeito de tudo o que nos tinha acontecido nos dois dias anteriores e depois de um agradável almoço em família na praia de Leça, lá me dirigi ao Forum da Maia. Sound-check a partir das 6 (chjeguei um pouco tarde, coisa que não me agrada) e jantar com toda a equipa de músicos, técnicos, productores, etc do primeiro espectáculo do Festival de Música da Maia, onde se reuniam Vozes da Rádio e o legendário Conjunto António Mafra, num recital para o qual nos tinham convidado a mim e ao Tiago NewMax, aliás como já tinha sucedido na gravação do álbum Sete e Pico.
Toda uma experiência religiosa pisar o palco com aquele grupo, que representava o mais são e divertido da música popular da minha infância, por um lado, com esse quinteto de músicos e cantores de excepcional qualidade, que tivemos o previlégio de ter como colaboradores no álbum Iblussom e com um dos mais jovens e, ao mesmo tempo mais talentosos vocalistas que ouvi cantar em Portugal. A alegria que todos eles transmitem e a juventude que transpiram são indescritíveis (os Mafras principalmente). O prazer de cantar o "Binhu garrafas de binho" dos Trabalhadores com aquela roupagem vocal/instrumental é, no mínimo, insuperável e poder estar naquele palco, uma vivência que vai perdurar na minha memória.
Aqueles dois jovens da idade do meu pai, que foram dois dos elementos fundadores do Conjunto a que o António deu o seu nome, têm muitas histórias para contar, que vão desde as suas digressões por terras americanas, até experiências vividas em estúdios, que são autênticas Mecas da Música Universal e todos "aproveitámos" desse facto.
E para ilustrar tudo o que aqui vos conto, não percam a "reportagem fotográfica" do evento eleborada pela Maria Clara (creio) no Youtube, sob o nome MCNETVISUALS
e também com vídeo e audio do evento. Enquanto esperamos pelo DVD. O Público? com Maiúscula... Vejam só:
e depois no bastidores:


Toda uma experiência religiosa pisar o palco com aquele grupo, que representava o mais são e divertido da música popular da minha infância, por um lado, com esse quinteto de músicos e cantores de excepcional qualidade, que tivemos o previlégio de ter como colaboradores no álbum Iblussom e com um dos mais jovens e, ao mesmo tempo mais talentosos vocalistas que ouvi cantar em Portugal. A alegria que todos eles transmitem e a juventude que transpiram são indescritíveis (os Mafras principalmente). O prazer de cantar o "Binhu garrafas de binho" dos Trabalhadores com aquela roupagem vocal/instrumental é, no mínimo, insuperável e poder estar naquele palco, uma vivência que vai perdurar na minha memória.
Aqueles dois jovens da idade do meu pai, que foram dois dos elementos fundadores do Conjunto a que o António deu o seu nome, têm muitas histórias para contar, que vão desde as suas digressões por terras americanas, até experiências vividas em estúdios, que são autênticas Mecas da Música Universal e todos "aproveitámos" desse facto.
E para ilustrar tudo o que aqui vos conto, não percam a "reportagem fotográfica" do evento eleborada pela Maria Clara (creio) no Youtube, sob o nome MCNETVISUALS
e também com vídeo e audio do evento. Enquanto esperamos pelo DVD. O Público? com Maiúscula... Vejam só:
e depois no bastidores:
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